**black star**
lutar,vencer e conquistar!!! eu sou forte e sempre serei não importa o que aconteça eu sempre vencerei. quando era pequena eu era perdedora agora cresci,sou uma lutadora. muitas pessoas passaram pela minha vida só as melhores sempre acharam uma saida. o que sei fazer de melhor é sonhar para que um dia eu consiga conquistar. poema escrito por Denise Osório
quinta-feira, 14 de junho de 2012
segunda-feira, 21 de maio de 2012
domingo, 20 de maio de 2012
Frases
''Se voce se sente só é porque construiu muros em vez de pontes''
William Shakespeare
''O verdadeiro sábio não é aquele que diz que sabe,mas aquele que discretamente demonstra seu conhecimento''
''Que voce seja iluminado como as estrelas,que seu dia brilhe como o sol e que nunca falte uma lua nas suas noites de inverno''
Denise Osório
''Sem a escuridão não poderíamos ver as estrelas''
Stephenie Meyer
''Um amigo mesmo que não seja capaz de te levantar,arranjara uma forma de não te deixar cair''
''Seja um vencedor...porque o vencedor sempre tem um plano e o perdedor sempre tem uma desculpa''
''Sou maduro o suficiente para perdoar,mas não sou idiota o suficiente para confiar novamente''
will smith
William Shakespeare
''O verdadeiro sábio não é aquele que diz que sabe,mas aquele que discretamente demonstra seu conhecimento''
''Que voce seja iluminado como as estrelas,que seu dia brilhe como o sol e que nunca falte uma lua nas suas noites de inverno''
Denise Osório
''Sem a escuridão não poderíamos ver as estrelas''
Stephenie Meyer
''Um amigo mesmo que não seja capaz de te levantar,arranjara uma forma de não te deixar cair''
''Seja um vencedor...porque o vencedor sempre tem um plano e o perdedor sempre tem uma desculpa''
''Sou maduro o suficiente para perdoar,mas não sou idiota o suficiente para confiar novamente''
will smith
O amor não morre
O amor não morre


Elizabeth era uma menina de 16 anos que morava em uma
cidade do interior, ela era diferente das outras pessoas, via o mundo de uma
forma que poucos compreendiam e estava sempre só, na verdade preferia estar só
ao estar rodeada de gente falsa. Mas um dia isso mudou quando ela conheceu
William, um jovem que estudava em seu colégio,era seu vizinho e logo virou seu
único e melhor amigo.Desde aquela manhã chuvosa e fria,onde Elizabeth observava
da janela de sua casa e via seu novo vizinho chegar com uma expressão de
tristeza em seu rosto,isso fez despertar algo nela que ela não compreendia.
Seria amor ou interesse por seu estado de espírito?Nem ela sabia responder a
esta questão.
A partir daquele momento ela resolveu se aproximar
de William,eles acabaram se conhecendo e com o tempo Elizabeth só queria estar em
sua companhia,pois William a fazia se sentir viva.Mas um dia na escola ele
disse que precisava falar com ela urgentemente e pediu que a encontrasse atrás
da escola na saída,quando chegou a hora Elizabeth foi lá e ele estava encostado
em uma arvore de cabeça baixa e com um olhar de perdido.O céu estava escuro e
não se podia ver a lua nem as estrelas,foi quando ela perguntou o que estava
acontecendo,William disse segurando a sua mão:
-Eu tenho que te dizer algo mais não sei como te
falar, isso poderia dilacerar seu coração...esta bem vou falar de uma vez,tenho
câncer e só tenho algumas semanas de vida,por isso vim morar no interior e me
afastar da minha antiga vida e poder viver minha vida de uma forma mais tranqüila
,não quis me apaixonar por você para evitar este sofrimento a nós dois,mas esta
é a verdade de minha vida e espero que compreenda isso.
Neste instante Elizabeth solta a mão de William e sai
andando enquanto as lágrimas caem de sua face juntamente com a chuva,ela pensa
que seu mundo acabou,pois ela não poderia viver sem ele,mas resolveu demonstrar
que estava ao lado dele no que precisasse e fez com que suas ultimas semanas fossem
as melhores de sua vida,eles conversaram e foram a lugares que ele adorava ir,como
em uma cachoeira,onde eles ficavam sentados observando as estrelas.Até que um
dia ela foi a casa de William e ele estava na cama bem doente,ele se declarou a
ela em seu leito de morte e com um beijo ele sorriu,esta era a assinatura de
que a morte chegava e o levava levemente como o vento.
No dia de seu enterro, Elizabeth estava triste e bem
amargurada, mas feliz no fundo de sua alma, pois o conheceu e pode sentir
aquilo que achava ter perdido em algum lugar da imensidão de seu consciente. Ela
foi ao enterro e ficou no cemitério até que todos saíssem para que ela pudesse
chorar junto ao seu tumulo e eles ficarem a sós mais uma vez. Desde este dia
ela ia todas as noites ao cemitério e ficava conversando com ele,até que um dia
sentada em seu tumulo falou:
-Hoje estou sozinha amanhã talvez estejamos juntos, sinto
muito por não estar em seu lugar você saberia aproveitar essa vida melhor do
que eu. Tenho que ir agora, não para sempre mas espero que esteja me esperando
em algum lugar do universo e que em breve nos encontramos.Adeus não é a palavra
certa para nós dois, mas sim um até logo.
Então Elizabeth foi até o lugar que a fazia se lembrar
dele, que era a cachoeira onde ela subiu no topo da cachoeira,com uma ultima
olhada para o céu e seu ultimo suspiro de amor,Elizabeth se joga de lá e cai na
imensidão da água onde afoga suas dores e desesperos na esperança de
reencontrar seu grande amor em um outro
mundo. Seus familiares e amigos resolvem enterra - lá com a permissão da
família de William junto dele, eles aceitam e desde então Elizabeth e William
dormem juntos o sono eterno que é vivo somente em seus corações e na mente de
quem presenciou o amor dos dois. Naquela noite nunca houve um céu tão bonito, com
uma lua tão brilhante em harmonia perfeita com as estrelas.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
resenha de Iracema
''A virgem dos lábios de mel''
Iracema,de José de Alencar é um livro muito bem
escrito,publicado em 1865,onde o autor fala sobre a colonização do Brasil pelos
portugueses e um belo tema que é a mistura das raças(indígena e portuguesa).O
livro traz a linguagem indígena,sendo que hoje em dia muitas tribos foram
extintas por causa das constantes guerras das tribo com os portugueses e
espanhóis por terras.Deixando assim o índio como um herói brasileiro,representando
a pureza,luta,etc.
Esse livro conta a história de uma índia da tribo
Tabajara chamada Iracema ou como a chamam em sua tribo ‘’virgem dos lábios de
mel’’,um dia ela conhece Martim um português amigo dos Pitiguaras e estes eram
inimigos de sua tribo.Ela o acerta com sua flecha e em um sinal de paz o leva
para sua tribo,onde ele foi bem recebido por seu pai Araquém o chefe da tribo,
então resolveu esperar seu irmão Caubi voltar e levá-lo de volta para os Pitiguaras,mas
acaba se apaixonando por Martim.Irapuã o chefe da tribo Tabajara era contra o
amor deles,pois ele a amava e foi capaz de fazer uma guerra contra Martim.Mas
isso fez que com o tempo o amor deles fosse crescendo a ponto de Iracema querer
ficar junto a ele,passando assim pelas leis de sua tribo que era sobre El aguardar
o segredo de jurema(bebida usada em rituais,para dar força aos guerreiros nas
lutas) e assim só poderia ficar com alguém de sua tribo,mas abandonou sua tribo
para ir morar com Martim na tribo inimiga.Percebendo que Iracema estava infeliz
Martim resolveu ir morar com ela em uma casa na praia junto com seu melhor
amigo Poti,um dia ele e seu amigo tiveram que ir lutar por sua tribo deixando
assim Iracema sozinha e grávida,ela teve seu filho e o chamou de Moacir que
significa ‘’nascido da dor’’,ela teve de se alimentar e alimentá-lo como
podia.Foi enfraquecendo com o tempo preocupada em alimentar apenas seu
filho,até que ela não agüentava mais e pouco antes de morrer vendo Martim chegar
com Poti entregou-lhe seu filho e morreu,ele então enterrou-a embaixo de um
coqueiro onde o vento do mar sopraria as folhas fazendo Iracema pensar que
Martim fala entre seus cabelos,ele então sempre ia lá para matar a sua saudade
e sentir a quilo que nunca acabará,o seu eterno amor por Iracema.
José de Alencar usou bastante metáforas para
descrever os personagens,descreve Iracema como algo muito
belo,fictício,sobrenatural,tudo o que ela fazia era belo,até o seu andar.E também
relata o sofrimento dos índios pelos portugueses,onde eles começaram a dominar as
tribos.Iracema representava no texto o índio colonizado e Martim português
colonizador.Com o amor de Iracema e Martim surge a primeira mistura das raças(indígena
e portuguesa)no Ceará,que dá origem as misturas de raças hoje em dia no Brasil.
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