domingo, 20 de maio de 2012

Frases

''Se voce se sente só é porque construiu muros em vez de pontes''
                                                                                                 William Shakespeare
''O verdadeiro sábio não é aquele que diz que sabe,mas aquele que discretamente demonstra seu conhecimento''

''Que voce seja iluminado como as estrelas,que seu dia brilhe como o sol e que nunca falte uma lua nas suas noites de inverno''
                          Denise Osório
''Sem a escuridão não poderíamos ver as estrelas''
                                                                          Stephenie Meyer
''Um amigo mesmo que não seja capaz de te levantar,arranjara uma forma de não te deixar cair''

''Seja um vencedor...porque o vencedor sempre tem um plano e o perdedor sempre tem uma desculpa''

''Sou maduro o suficiente para perdoar,mas não sou idiota o suficiente para confiar novamente''
                                                                                                                                              will smith

O amor não morre

                                                                         O amor não morre
                                             

Elizabeth era uma menina de 16 anos que morava em uma cidade do interior, ela era diferente das outras pessoas, via o mundo de uma forma que poucos compreendiam e estava sempre só, na verdade preferia estar só ao estar rodeada de gente falsa. Mas um dia isso mudou quando ela conheceu William, um jovem que estudava em seu colégio,era seu vizinho e logo virou seu único e melhor amigo.Desde aquela manhã chuvosa e fria,onde Elizabeth observava da janela de sua casa e via seu novo vizinho chegar com uma expressão de tristeza em seu rosto,isso fez despertar algo nela que ela não compreendia. Seria amor ou interesse por seu estado de espírito?Nem ela sabia responder a esta questão.
A partir daquele momento ela resolveu se aproximar de William,eles acabaram se conhecendo e com o tempo Elizabeth só queria estar em sua companhia,pois William a fazia se sentir viva.Mas um dia na escola ele disse que precisava falar com ela urgentemente e pediu que a encontrasse atrás da escola na saída,quando chegou a hora Elizabeth foi lá e ele estava encostado em uma arvore de cabeça baixa e com um olhar de perdido.O céu estava escuro e não se podia ver a lua nem as estrelas,foi quando ela perguntou o que estava acontecendo,William disse segurando a sua mão:
-Eu tenho que te dizer algo mais não sei como te falar, isso poderia dilacerar seu coração...esta bem vou falar de uma vez,tenho câncer e só tenho algumas semanas de vida,por isso vim morar no interior e me afastar da minha antiga vida e poder viver minha vida de uma forma mais tranqüila ,não quis me apaixonar por você para evitar este sofrimento a nós dois,mas esta é a verdade de minha vida e espero que compreenda isso.
Neste instante Elizabeth solta a mão de William e sai andando enquanto as lágrimas caem de sua face juntamente com a chuva,ela pensa que seu mundo acabou,pois ela não poderia viver sem ele,mas resolveu demonstrar que estava ao lado dele no que precisasse e fez com que suas ultimas semanas fossem as melhores de sua vida,eles conversaram e foram a lugares que ele adorava ir,como em uma cachoeira,onde eles ficavam sentados observando as estrelas.Até que um dia ela foi a casa de William e ele estava na cama bem doente,ele se declarou a ela em seu leito de morte e com um beijo ele sorriu,esta era a assinatura de que a morte chegava e o levava levemente como o vento.
No dia de seu enterro, Elizabeth estava triste e bem amargurada, mas feliz no fundo de sua alma, pois o conheceu e pode sentir aquilo que achava ter perdido em algum lugar da imensidão de seu consciente. Ela foi ao enterro e ficou no cemitério até que todos saíssem para que ela pudesse chorar junto ao seu tumulo e eles ficarem a sós mais uma vez. Desde este dia ela ia todas as noites ao cemitério e ficava conversando com ele,até que um dia sentada em seu tumulo falou:
-Hoje estou sozinha amanhã talvez estejamos juntos, sinto muito por não estar em seu lugar você saberia aproveitar essa vida melhor do que eu. Tenho que ir agora, não para sempre mas espero que esteja me esperando em algum lugar do universo e que em breve nos encontramos.Adeus não é a palavra certa para nós dois, mas sim um até logo.
Então Elizabeth foi até o lugar que a fazia se lembrar dele, que era a cachoeira onde ela subiu no topo da cachoeira,com uma ultima olhada para o céu e seu ultimo suspiro de amor,Elizabeth se joga de lá e cai na imensidão da água onde afoga suas dores e desesperos na esperança de reencontrar seu grande amor  em um outro mundo. Seus familiares e amigos resolvem enterra - lá com a permissão da família de William junto dele, eles aceitam e desde então Elizabeth e William dormem juntos o sono eterno que é vivo somente em seus corações e na mente de quem presenciou o amor dos dois. Naquela noite nunca houve um céu tão bonito, com uma lua tão brilhante em harmonia perfeita com as estrelas.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

resenha de Iracema

                                                         
                                                           ''A virgem dos lábios de mel''
                                                        

Iracema,de José de Alencar é um livro muito bem escrito,publicado em 1865,onde o autor fala sobre a colonização do Brasil pelos portugueses e um belo tema que é a mistura das raças(indígena e portuguesa).O livro traz a linguagem indígena,sendo que hoje em dia muitas tribos foram extintas por causa das constantes guerras das tribo com os portugueses e espanhóis por terras.Deixando assim o índio como um herói brasileiro,representando a pureza,luta,etc.
Esse livro conta a história de uma índia da tribo Tabajara chamada Iracema ou como a chamam em sua tribo ‘’virgem dos lábios de mel’’,um dia ela conhece Martim um português amigo dos Pitiguaras e estes eram inimigos de sua tribo.Ela o acerta com sua flecha e em um sinal de paz o leva para sua tribo,onde ele foi bem recebido por seu pai Araquém o chefe da tribo, então resolveu esperar seu irmão Caubi voltar e levá-lo de volta para os Pitiguaras,mas acaba se apaixonando por Martim.Irapuã o chefe da tribo Tabajara era contra o amor deles,pois ele a amava e foi capaz de fazer uma guerra contra Martim.Mas isso fez que com o tempo o amor deles fosse crescendo a ponto de Iracema querer ficar junto a ele,passando assim pelas leis de sua tribo que era sobre El aguardar o segredo de jurema(bebida usada em rituais,para dar força aos guerreiros nas lutas) e assim só poderia ficar com alguém de sua tribo,mas abandonou sua tribo para ir morar com Martim na tribo inimiga.Percebendo que Iracema estava infeliz Martim resolveu ir morar com ela em uma casa na praia junto com seu melhor amigo Poti,um dia ele e seu amigo tiveram que ir lutar por sua tribo deixando assim Iracema sozinha e grávida,ela teve seu filho e o chamou de Moacir que significa ‘’nascido da dor’’,ela teve de se alimentar e alimentá-lo como podia.Foi enfraquecendo com o tempo preocupada em alimentar apenas seu filho,até que ela não agüentava mais e pouco antes de morrer vendo Martim chegar com Poti entregou-lhe seu filho e morreu,ele então enterrou-a embaixo de um coqueiro onde o vento do mar sopraria as folhas fazendo Iracema pensar que Martim fala entre seus cabelos,ele então sempre ia lá para matar a sua saudade e sentir a quilo que nunca acabará,o seu eterno amor por Iracema.
José de Alencar usou bastante metáforas para descrever os personagens,descreve Iracema como algo muito belo,fictício,sobrenatural,tudo o que ela fazia era belo,até o seu andar.E também relata o sofrimento dos índios pelos portugueses,onde eles começaram a dominar as tribos.Iracema representava no texto o índio colonizado e Martim português colonizador.Com o amor de Iracema e Martim surge a primeira mistura das raças(indígena e portuguesa)no Ceará,que dá origem as misturas de raças hoje em dia no Brasil.